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sabes o que tu és??
um frustrado. |
| acabaram-se os artigos de opinião? |
Fico parvo ao ver este mar de acalmia num período pós-eleições!!!
Mais uma humilhante frustração para os vossos lados... Temos pena
Lista A - 75%
Lista B - 18%
Ehhh paaahhh c'um catano |
diria, muito estranho...
Como depois das eleições, tudo acalmou...
e mais não digo |
| O Leonardo Sião existe mesmo? |
| Se o curso de C. Social acabar não me interessa! Não é o meu curso. Mas uma coisa devo dizer, os de CS escrevem muito melhor do que alguns que andam por aqui (o que é normal). E, pelo que li, dão a sua opinião sem ofender ninguém e parece que isso anda a provocar muitas "dores de cotovelo". |
Para o Rui Afonso e Alexandre Caravalho, tenho Esperança no dia em k isto acabar eu me possa rir à frente da vossa cara de palhaços, k pensam k mandam em toda a gente e aconselham tudo e todos e mais tretas tretas tretas e mais tretas. Voçes sao todos uma valente treta.
Apoio o Sr. Reitor..... Terminem rapidamente com esse curso... |
Posto isto, só tenho a dizer uma coisa:
Alguém que acabe com o curso de Comunicação Social na UM.
Por favor...
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Ao Leonardo Sião,
Meu caro, espero sinceramente que tenha lavado e desinfectado as mãos antes de tocar no teclado!
E para o bem da saúde pública, também espero que o teclado que usou não seja nenhum dos que se encontram nas várias salas de informática da nossa mui nobre academia! |
Meu "Caro" Leonardo Sião:
A sua falta de educação exulta um sentimento de repulsa na grande maioria das pessoas que lêem o seu comentário. Ninguém aqui se considera um “iluminado” como o “senhor” (chamo-lhe isto em prol da boa educação que me foi incutida) disse no seu texto, mas felizmente que nos considera diferentes de si. Perante tais “nobres” palavras, só me posso dar por elogiado com tamanha diferenciação.
Um bem haja |
| Quem não tem o que fazer escreve comentários supostamente insultuosos mas deprimentemente ridículos por falta de conteúdo objectivo e pelo grassar de erros ortográficos e gramaticais. Um regresso à escola primária seria a solução - tentaria aprender a escrever e não teria que se cruzar, na universidade, com as pessoas que acusa de prepotentes. O que elas, certamente, agradecerão. |
| face ao comentário anterior... |
o comum é uma merda sois todos um bando de prepotentes, à espera de convite pa associação ou pra algum tacho na universidade,enquanto isso nao acontece sois pior k cães com fome,é só dor de cotovelo, cambada de oportunistas. Sois todos da mesma laia, dessa corja k estraga o bom ambiente da universidade, tendes a mania k sois os iluminados.
Querem ser senhores à força. tristeza de merda...
Esta página havia de terminar com estas opiniões ridiculase sem fundamento nenhum...
Quem nao tem k fazer coça o cú pra se entreter... |
1. Ao contrário do que é afirmado, o director do ComUM pensa pela sua cabeça e não pela cabeça do Hélder Beja, do Hugo Monteiro, do Rui Rocha ou do Pedro Soares.
2. Ao contrário do que é afirmado, o ComUM não sobrevive à custa de esmolas. O ComUM sobrevive à custa do orçamento que lhe é disponibilizado pelo Gacsum, que é proprietário do jornal;
3. Ao contrário do que é afirmado, o ComUM não depende da publicidade de nenhuma entidade (comercial ou outra).
4. Ao contrário do que é afirmado, o ComUM não vive obcecado com page views, acessos e número de leitores. A equipa aprecia a existência de leitores e agradece a participação destes últimos, mas não se norteia por objectivos como aumentar as audiências.
5. Isto porque, ao contrário do que é afirmado, o ComUM é um projecto pedagógico, não comercial, que não faz "pactos" com ninguém, individual ou colectivamente.
6. Ao contrário do que é afirmado, o ComUM não é uma equipa de mercenários da polémica. Somos uma Oficina de Jornalismo.
7. Tudo isto, pelo menos, enquanto esta equipa estiver na direcção do ComUM.
(PS: e a mim, sim, podem tratar-me por senhor, por todas as razões que qualquer pessoa que me conheça pessoalmente pode explicar tão bem quanto eu) |
Eu não quero entrar na discussão. É só mesmo para dar os parabéns a quem deu os parabéns por ter dado os parabéns ao outro que deu os parabéns por ter agradecido ao outro por um comentário ridículo.
Meus senhores, vamos lá falar em valores: honestidade e profissionalismo , sobretudo (sobre a objectividade a conversa seria longa e complexa, e já foi muito bem dissecada num documento fantástico, assinado por Mário Mesquita [que pode e deve ser consultado aqui], e exigia um ambiente mais calmo, fora deste autêntica tenda de circo).
As acusações que aqui se fazem ao autor do texto, Rui Rocha, para além de totalmente infundadas, são gravíssimas. Ainda por cima, salvo raras excepções (aproveito para dar os parabéns a quem se lembrar de dar os parabéns a essas raridades), escondidas debaixo de um inaceitável manto de invisibilidade. Ora, que interessa para o caso se Rui vive com o visado no artigo? Transforma-se automaticamente num ser parcial, só por isso? Até podia ser pai, tio, avô, namorado, afilhado, neto. Que mudava? Deixava de ter brio profissional?
Isto, em moldes exagerados, obviamente, para dizer que não se põe assim, repito: ainda por cima em vão, em causa o bom nome de quem faz o trabalho de forma humilde. Trabalho com o Rui noutro projecto on-line e sei-o incapaz de entrar nesse tipo de jogadas políticas que tentam insinuar.
O único problema aqui é esse insistência demente em ver tudo (tudo-tudo-tudo!) através do caleidoscópio da mentira, da desconfiança, da cobardia, da (perdoem-me) filha-da-putice tão instalada por aí. Não é por o mundo só fazer sentido dessa forma na vossa cabeça, que pensam todos assim.
Ainda há gente verdadeira, profissional, humilde e que merece o nosso respeito. E ainda há pessoas que trabalham por amor a uma profissão, absolutamente sem qualquer fim lucrativo (acontece aqui no Comum). Já pararam um bocadinho para pensar nisso?
(Aproveito para 1) dar os parabéns ao primeiro que arriscar a piada fácil (ou espalhar boato) de uma eventual relação homossexual entre os citados neste comentário; 2) dar os parabéns a quem conseguir "continuar a completar o puzzle" das relações pessoais e descobrir que me dou bem com o Hugo Monteiro, com o Rui Rocha, com o Hélder Miranda, com o Daniel Silva, que sou grande amigo do Hélder Beja e que me estive marimbando para as eleições da AAUM [dou também os parabéns a quem me criticar por esta irresponsabilidade].
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Sónia Monteiro:
Mas tens toda a razão! O Comum sobrevive há um ano à base de esmolas visto que o patrocínio do Mousse Café surgiu apenas em Novembro passado (salvo erro)...
Além disto, não sei de que curso és, no nosso (CS) os redactores dos jornais conhecem-se todos. Habitando ou não com o Rui o resultado seria o mesmo. Da mesma forma que o Daniel se salvaguarda da acusação de acumulação de cargos, eu também não vou abdicar da minha vida social. O motivo mais provável de ter sido o Rui a fazer a cobertura do debate está relacionado com a indisponibilidade dos outros redactores visto que estava à porta o fim de semana e, como se viu, havia alguns que estavam envolvidos na montagem do acontecimento. Quanto a essas acusações que tem feito relativamente à imparcialidade, veja bem quem é que anda a escrever alguns artigos no Académico sobre a AAUM. E ainda vêm escrever sobre falta de ética! Foi com essa mesma ética que abandonei o Comum para poder seguir em frente com a candidatura. ISENÇÃO. E vê lá que teorias da conspiração andas a consumir em forma de livros/filmes. Isso às vezes tolda o raciocínio...
OD_RS:
Está a tornar-se repetitiva a piada das siglas. Assim como o discurso do "Temos trabalhado e havemos de fazer mais" ou "Vai-se fazendo". Assim como o cliché do "Somos a melhor Academia do país".
E dizes que não está mal?
Está mal quando um caloiro me vem dizer que quer entrar para a Associação Académica porque quer ter viagens de borla para o Brasil (a inteligência não foi igualmente distribuída por todos, infelizmente...).
Está mal quando pergunto a um aluno se vai votar e ele responde que lhe é indiferente.
Está mal quando os principais votantes numas eleições são caloiros que, ao lhes ser entregues os boletins de voto, ficam admirados por ter quatro papéis na mão. Talvez os votos em branco para o CFJ reflictam a falta de informação quanto aos órgãos da AAUM.
Se achas que é preciso limar arestas, vais ter de comprar uma lixa industrial para "alisar" estes problemas.
Além disto, fica mal um anónimo dar lições de postura...
O motivo porque me candidatei foi, simplesmente, porque podia e devia.
É este o principal ideal da democracia: a participação racional e voluntariosa dos cidadãos (neste caso alunos) na sua própria governação. Se está bem, encoraja. Se está mal, muda.
Cumprimentos
PS: e não confundam a Associação (mais concretamente a Direcção desta) com a Academia em si. É tomar a parte pelo todo... |
Antes de mais queria dar os parabéns à Sónia Monteiro, pelo comentário que fez, porque, deste modo contribuiu para a descoberta de mais algumas peças que faltavam ao Puzzle, para de uma vez por todas por a descoberto a “teia” que o Hugo Monteiro tentou montar para assumir os destinos da AAUM. Deste modo, posso responder a esse “Sr.”, desde quando é que sugere que alguém (seja quem for) vá consultar o dicionário, para ver o que quer dizer Democracia? Os membros da “trupe” liderada por ti, mandaram um jornalista fazer um artigo sobre o debate entre “o líder da trupe” e o Pedro Soares, quando esse jornalista habita contigo. Por amor de Deus Hugo, é isto que tu chamas de Democracia? Já agora, vai ter com o teu amigo (Hélder Beja), porque ele disse ”…não nasci para ser dirigente associativo. Outros há, no entanto, que nasceram para não serem dirigentes associativos. Infelizmente ninguém lhes explicou a diferença que isso faz.”, que te explique essa diferença, para perceberes de uma vez por todas, que tu estás incluído nesses “outros”.
Já agora, espero que compreendas e que respondas a “este meu modesto comentário” com o mesmo empenho e dedicação (no mínimo hilariante), como tens feito até aqui, assim contribuis para dar nas vistas e aumentar os acessos desta página (não importa como), de modo a não perderem o patrocínio do “Mousse Café”.
Conde Monte Cristo
(Sócio e pagante da AAUM)
Saudações Académicas |
HUGO MONTEIRO:
Começo a achar k a tua candidatura para a AAUM foi meramente ironica (espero k saibas o k significa a sigla).
E o k dizes sobre o nao saber portugues, por amor de Deus Hugo, tens de começar a treinar em casa o teu, porque no debate tiveste algumas lacunas básicas, e então no fim do debate ao defenderes t com o RIAPA - agora sim tu falaste no RIAPA - (só no fim), nem comento.
Se andaste a falar pessoalmente com os alunos desses cursos, limitas t a sorrir ao k o pedro disse? Ficaste sem argumentos? ou pensaste, realmente n interessa,realmente...
Em relaçao ao livro, nunca quis fazer parecer um manual, mas sim como tu dizes, um livro de anedotas, e era na anedota dos tachos e corrupçao k tu querias entrar,pelos vistos...
Querias tornar a nossa Academia um circo? uma anedota?
A SONIA MONTEIRO, completa o meu comentario, pois o dela está fantástico... PARABENS SONIA !!!!!
Hugo n estara na altura de mudares um pc essa atitude de querer aparecer e fazer mudar tudo de um momento para o outro?? Podias completar o k está feito, porque n está mal, precisam s sim de s limar alguma arestas, mas n de mudar tudo. Somos a melhor Academia do PAÍS por algumas razao.
Um Abraço e obrigado pelo comentário.
Saudações Académicas.
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Será que ainda não perceberam que estes senhores (comum) só querem gerar polémicas, acusando não importa quem, para dar nas vistas e aumentar os acessos desta página?
Porque podem perder o patrocínio do Mousse café...
Aquele mesmo café onde o Hugo Monteiro fez a apresentação da sua lista à imprensa...
(coincidencias)
E (não o trato por jovem porque não o conheço, mas presumo que seja) caro Helder Beja...
Você que tanto fala em marcar posição, estar de um lado ou de outro, e outras tretas...
Já parou para pensar, que mandaram um jornalista (Rui Rocha) fazer um artigo sobre um debate entre dois candidatos à AAUM quando esse jornalista mora (reside, habita) com o candidato da lista B - Hugo Monteiro?
Nem tinham mais ninguem para enviar, pois não?
espantada fiquei quando soube disto, mas...
é a imparcialidade que vos caracteriza...
venham daí essas desculpa e insultos...
ou até outro artigo do género... acusando mais pessoas; aumentanto os acessos... já agora porque não mudam o nome para 24 horas comuns? |
Só mais uma coisa: o livro não se chamava "Como liderar" mas sim "Nascido para Mandar" e é um livro humorístico, não um manual como queres fazer parecer. É da autoria de José de Pina (argumentista das Produções Fictícias entre outras coisas) e retrata o estilo de política circense que se dá cá em Portugal, a corrupção e os "tachos". Talvez te empreste um dia destes. Se quiseres, claro…
Cumprimentos. |
OD-CLERO:
1º Andas à mais tempo nesta academia mas, pelos vistos, ainda não aprendeste o português correcto. Basta ler o comentário.
2º A razão de chamar ao Gonçalo por "sr." foi meramente irónica visto que ele havia tratado o Hélder Beja (aluno que conheço PESSOALMENTE) por "jovem".
3º Sei perfeitamente no que consiste uma RGA e também o que são os REOGUM. Apenas cometi o lapso de desconhecer a sigla. Além disso, fui interpelado por pessoas que, numa de "pegar" comigo, vieram acusar-me de não saber o que eram os REOGUM. Quando os questionei relativamente ao RIAPA fugiram com o rabo entre as pernas. Enfim...
4º Os problemas do IEC e de Enfermagem só interessam aos alunos desses respectivos cursos e com eles fui falando pessoalmente. Aliás, tanto sei dos problemas deles que, quando o Pedro Soares disse no debate que a AAUM é mais que um placard vazio no IEC, eu sorri a pensar que também era uma reprografia disfuncional.
5º A questão aqui não foi conhecer ou desconhecer, mas sim a arrogância do Gonçalo em tentar rebaixar a opinião de um aluno que ele, neste momento, tem de defender com "unhas e dentes". A AAUM não é um bunker em que os dirigentes têm de se blindar contra o resto do "povinho" e das suas opiniões "maléficas". Há muitas ideias a aproveitar. Espero que este ano não decorra nestes parâmetros.
De qualquer forma, agradeço a todos por tornarem o COMUM num espaço de discussão principalmente nestes assuntos mais mediáticos.
Cumprimentos. |
Ao Helder Beja os meus parabéns pelo artigo, uma crítica muito bem formulada e compreensivel. Gostei e tens os meus parabens... Continua.
PARA O HUGO MONTEIRO, 2ºANO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL:
vou t tratar por TU, 1º pk sou mais velho, 2º pk estou à mt mais tempo nesta universidade do k tu. e como leitor desta grande pagina vou so comentar a barbaridade k escreveste ao Gonçalo Moura, pelo simples facto de seres um candidato à AAUM, e pelo qual devias manter uma MAIOR postura.
Tu defendes uma pessoa k mal conheces, e o k conheces é de ler, quase de certeza, o Helder tem sim senhor um curriculo invejavel, agora n o ponhas num altar, nem mandes os outros ler, pk uma pessoa como tu, k diz k uma RGA é uma feira de vaidades, e nao sabe o k é uma REOGUM,por amor de Deus,como querias TU assumir a presidencia da AAUM??? Acho k tens o direito de dizeres o k keres,de criticares... mas quem anda com falta de leitura, n sou eu,nem o gonçalo nem o helder. Tu é k em vez de t preocupares em levar pras aulas livros como por exemplo:"Como liderar", podias preocupar t mais em investigar outros assuntos,tais como saber k as fotocopiadoras no IEC, pertencem à AAUM, e k s n estao arranjadas é por culpa da associaçao, e s bem me lembro na tua campanha não referiste nada sobre arranjar focopiadoras no IEC - afinal de contas "nao tinham dinheiro pra campanha mas tinham ideias", mas parece k as ideias eram poucas, e entao sabedoria nem falemos.
Mais um ponto a acrescentar, nos debates k assisti e nas RGA's (k n estiveste presente), raramente ouvi falar do IEC, dos problemas k os alunos de lá têm com salas de estudo, salas de aulas, condiçoes da cantina,entre outros,assim como o curso de Enfermagem (e pagam 900euros por ano como tu e eu). E sempre k ouvi kkr coisa acerca dos assuntos destes cursos coisa n foi da tua boca. Tens de estudar outros estatutos.
Sem mais nenhuma observaçao ou comentario a fazer, gostaria de uma resposta ou critica, se possivel.
Saudações Académicas.
OD.
Ps. Está anónimo pk kd começares a saber o k é uma RGA OU REOGUM, aí irás perceber quem eu sou e até poderás vir a conhecer me. Até lá, espero debater contigo mais assuntos.
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"Ao que me quer parecer os estatutos da AAUM ainda não chegaram ao seu instituto"
O problema não é desconhecer os estatutos. É desconhecer a Constituição: a livre opinião e liberdade de expressão dir-lhe-ão alguma coisa?
Já para não falar da Declaração Universal dos Direitos Humanos. |
Antes de mais queria dar os parabéns pelo texto, está óptimo!
Estive também a fazer uma leitura dos comentários e todos me pareceram bem, cada um defendeu bem o seu ponto de vista. Todos, excepto um. Esse 'um' foi feito por Gonçalo Moura (pessoa que não tive oportunidade de conhecer e, pelo que li, ainda bem!).
Bem, devo dizer que este comentário é hilariante, não por conter anedotas ou qualquer outro tipo de piadas, mas por ser feito por alguém que, não sabendo o que dizer, perdeu uma boa oportunidade de ficar calado (diga-se, de não escrever nada).
Diz ele então: "O senhor dado que não é sócio nem pagante da AAUM, simplesmente não tem o direito de tecer qualquer comentário acerca do que se passa nos meandros da nossa Mui Nobre Academia." Quer então ele dizer que se "o senhor" contribuísse para o 'cofre' da AAUM teria todo o direito de falar sobre a mesma. Bem, acho que isto tem muito que se lhe diga, mas enfim... é de lamentar ver que uma pessoa esquecer-se que vivemos em Democracia, a mesma democracia que permitiu que ele escrevesse livremente esse comentário.
Penso que, neste caso, quem deveria ter guardado o comentário para si (tal como aconselhou o autor do texto) seria o Gonçalo.
No caso de o Gonçalo ler este meu modesto comentário devo informar, só para que conste, que sou sócia e pagante da AAUM, pelo que acho (mas não tenho agora a certeza e não sei se ele concordará) que tenho o direito de tecer comentários sobre "os meandros da nossa mui nobre academia".
Só para que conste também, fui uma das pessoa que se absteve de votar nas recentes eleições, pelo que, não me interesso por criticas que façam às listas e, sinceramente, de politiquices já estamos todos (portugueses) fartos. Contudo, deve-se elogiar um artigo quando ele é bem elaborado. |
Reservo-me o direito de comentar este artigo de opinião, deste colega e deste espaço que tanto prezo.
A discussão acerca do tão afamado "conflito de interesses" está para breve. Sou recém paginador do jornal ACADÉMICO e por ele fiz tudo com total imparcialidade e isenção. Gostaria que me apontassem qualquer tipo de discriminação realizada durante o período eleitoral. Gostaria que me indicassem um único artigo assinado por mim, que envolvesse o nome da AAUM, depois de eu ser apresentado como candidato à vice-presidência do Dept.de Comunicação, Divulgação e Imagem.
Gosto do que faço, quem trabalha comigo ou já trabalhou sabem como me empenho neste projecto e sabem que só não deixei o ACADÉMICO até este momento porque não quero ver morrer um projecto que sempre respeitei e admirei.
Tenho pena que não saibam distinguir as coisas. E ainda gostaria que me explicassem porque não pode um dirigente associativo estar relacionado com outros projectos.
Será que não posso ter vida social só por ser paginador do ACADÉMICO?
Tentarei servir da melhor forma os interesses da Academia Minhota, ao mesmo tempo que irei desempenhar o meu humilde papel de paginador da mesma forma isenta e imparcial que sempre me caracterizou.
Um abraço a um grande colega de curso e bom profissional. Já agora Boa Sorte para o teu futuro.
Aos restantes que tanto comentam... Só uma frase.
Usufruam deste espaço para comentar e já sabem que qualquer esclarecimento sobre todo o meu trabalho pode ser feito numa simples conversa de café. Fico à espera dos vossos convites. Terei todo o gosto em ver confrontadas as minhas afirmações.
Um bem-haja ao poder de opinião.
Daniel Vieira da Silva
(Vice-Presidente do Dept. de Comunicação, Divulgação e Imagem da Associação Académica da Universidade do Minho) |
Caro Hélder Beja,
Pela mesma razão porque me abstive (quase) de comentar o pseudo polémico artigo do Rui, evitei, até hoje, comentar esta tua opinião. Não me pareceu bem, nunca, mesmo já não sendo jornalista, como sabes, "juntar águas de azeitonas e tremoços" (já que estamos numa de provérbios e frases populares).
Os ataques cerrados de pessoas que integrarão, a partir da tomada de posse, a AAUM são absolutamente despropositados. Só quem não leu o texto todo o pode achar tendencioso. A crítica é dirigida aos dois candidatos, e bem, e aos meandros do associativismo, o que envolve, e é bom não esquecer, candidatos vencedores e perdedores. Mesmo não concordando com o teor da mensagem, não me considero "seguidista" de uma qualquer linha de pensamento, pelo que aceito todas e quaisquer opiniões.
Vi-vos chegar, a todos, ao longo dos anos. Aprendi contigo e com alguns excelentes amigos que partilhamos que nem todos, como afirmas, nascem para as lides associativas. Sempre militei por uma maior participação académica mas esta não passa, necessariamente, por criar e/ou integrar listas "candidatas à oposição" ou por participar em listas "à partida vencedoras".
Texto já um pouco longo mas eivado de admiração, por um lado, pelo excelente trabalho a que te tens dedicado, nestes anos, em prol dos alunos, e de revolta pelo visível ataque a quem não o merece.
Continuarei leitor atento. De muitas palavras. Algumas das tuas, em especial. E já não és desse tempo mas recordo, aqui, um provérbio (voltamos ao mesmo) incessantemente repetido numa série quase de culto da minha infância: "Os cães ladram e a caravana passa".
Continua a brindar os teus leitores com essa clarividência (nem sempre perceptível, pelos vistos) e aceita um Grande abraço! |
Ao Gonçalo Moura, futuro vice-presidente do IEC:
Ao que me quer parecer os estatutos da AAUM ainda não chegaram ao seu instituto. Qualquer aluno inscrito na UM (os alunos de mestrado e doutoramento ainda estão num caso bicudo...) é sócio por inerência da AAUM e tem o direito e o dever de eleger os orgãos desta mesma associação. É cómico um futuro dirigente académico "mandar calar" um aluno quando este apresenta a sua opinião. Mais uma vez afirmo que o meu problema com a lista A nunca foram os membros empenhados e responsáveis como o Pedro Soares ou o Hélder Miranda, mas sim pessoas como o "Sr." que ousam chamar "jovem" a um aluno como o Hélder Beja que tem um currículo invejável. Vá ler o dicionário e aprender o que significa Democracia... Já agora, tire fotocópias e distribua, isto se a máquina da reprografia do IEC estiver a funcionar em condições... |
Que necessidade desenfreada vocês (jornalistas) têm de dar nas vistas, nem que para isso tenham que apunhalar os próprios colegas...
Boa sorte para Daniel Silva e Hélder Miranda para os cargos que foram eleitos... Com "amigos" de profissão assim, não precisam de inimigos!
saudações académicas |
Corria o mês de Outubro de 2002 quando eu e outros colegas, incluindo o Filipe Alves, decidimos concorrer às eleições para a AAUM. Objectivo: Dar uma solução aos estudantes que estavam fartos do mesmo (se contarmos os anos de Vasco Leão, Cristino, Roque Teixeira, entre outros, a academia é liderada há quase 10 anos pelos mesmos).
Nessa altura existia um jornal, fundado por nós, chamada Impacto. Vivia única e exclusivamente da publicidade, como tal, não dependente da AAUM nem de ninguém, apenas do nosso trabalho. Para que o nosso projecto não fosse acusado de ser um instrumento de campanha, abandonámos o Impacto, entregando a direcção a pessoas fora da academia. O Impacto morreu e as eleições foram ganhas pelo Vasco Leão. Conclusão: Saímos de consciência tranquila por tudo o que fizemos. Isenção nunca faltou.
Aos que não se recordam: O Filipe, fundador do Académico, eu e mais de uma dezena de jornalistas do Académico saímos do jornal por não pactuarmos com as tentativas de intromissão da AAUM na linha editorial do jornal. Os que herdaram o projecto, e que não acreditavam nesta tentativa de intromissão, deram-nos razão quando há dois anos a AAUM exonerou a direcção do jornal por não gostar dos seus conteúdos, colocando à frente do projecto alunos de comunicação social que faziam parte das suas fileiras...
Sem querer entrar em polémicas actuais, até porque já não vivo em Braga há dois anos, queria só acrescentar mais um ditado, talvez o mais antigo de todos: “À mulher de César não lhe basta ser séria, é necessário que pareça séria”. Com isto quero dizer que não ponho em causa a seriedade e honestidade de ninguém, mas para se conquistar a isenção são necessários sacrifícios e a vida de um jornalista passa muito pelo sacrifício da procura máxima da isenção e da objectividade.
Com saudades do mundo universitário, mas sem vontade de recordar as politiquices associativas que tanto me revoltaram, me despeço.
P.S - Hélder, parabéns pelo texto. Continua a escrever.
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Caro e Jovem Hélder Beja.
O senhor dado que não é sócio nem pagante da AAUM, simplesmente não tem o direito de tecer qualquer comentário acerca do que se passa nos meandros da nossa Mui Nobre Academia. O Senhor tem o direito, esse sim, de falar do assunto com os seus mais próximos, não no comum que se diz, isento e imparcial. O Senhor como mero estudante, em vez de perder tempo a escrever boatos hilariantes, dedique-se mais aos estudos e não tenha atitudes como um rapaz militante.
Passamos a citar: "P.S. – Preparado que estou para a procissão de simpáticas injúrias que aí vem, apenas espero que compreendam se não responder a todos os participantes com o mesmo empenho e dedicação.", se não tem tempo para a responder a todas as simpáticas injúrias, então não devia de tecer comentários e guarda-los para si e dedicar-se às mais diversas actividades existentes na nossa Academia de modo a poder integrar-se na "rapaziada militante". |
Será que vocês não conseguem ouvir uma crítica?
Parece que o Mundo vai desabar só porque um colega acusou o outro de ter sido menos exacto ou objectivo...
Este José (Guevara) Costa também me saiu cá uma peça...
Tenham dó... |
Como redactor deste jornal tentei manter-me isento e não comentar determinados comentários, mas há coisas que custam e doem ler. Perdoem-me os princípios deontológicos, mas a verdade já anda a dar voltas no meu estômago e já não consigo retardar o vómito.
Meus caros, o tão apregoado profissionalismo passa também pela camaradagem e companheirismo entre colegas de trabalho. Por muito que discordemos do trabalho dos nossos colegas (com, ou sem razão) as críticas devem ser feitas nos locais apropriados, não na praça pública em jeito de campanha camuflada.
Poupem-me com pseudo isenções. Nada contra o facto de apoiarem determinados projectos, mas assumam-se de uma vez por todas sem medo das consequências, porque nestas coisas não dá para estar nos dois lados da barricada.
O Comum é isento, imparcial e não é influenciado por ninguém. Custa ver pessoas a pôr em causa o trabalho sério de alunos que passam noitadas a fazer montagens de vídeos e estão a fazer aquilo que muitos deveriam estar a fazer ao longo do ano. Sem apoios e muitas vezes com prejuízos próprios...Acredito que cause estranheza a muita gente...Pudera!...Os princípios são de facto bem diferentes. É o amor ao jornalismo que nos move mais do que qualquer regalia ou estatuto universitário.
Na minha terra também há um ditado que diz "Um por todos e todos por um".
O profissionalismo passa mais pela defesa dos nossos camaradas de trabalho do que pelas críticas cobardes a alvos fáceis.
Sim, porque no jornalismo quer queiram, quer não, somos todos CAMARADAS e quem não entender isso, que mude de profissão.
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Meu caro Helder Beja:
"A carapuça que aqui enfio ao editor do Académico – ou ao candidato a vice-presidente para a Comunicação e Imagem – serve também para o fotojornalista Hélder Miranda. Momentos há em que devemos optar por um caminho, marcar uma posição. Aquilo que o Hélder fez – leia-se, criticar em forma de comentário (e na qualidade de candidato a vice-presidente para o Departamento Pedagógico..) o trabalho de um colega, para o qual ele mesmo contribuiu fotograficamente – não é atitude que se tenha. Lamentável."
Não é atitude que se tenha???
Na minha terra há uma ditado que diz: "Quem não se sente, não é filho de boa gente!"
E porque "me sinto", critiquei (a meu ver construtivamente, sem nunca partir nem para o insulto nem para a descridibilização do trabalho do Rui) o artigo.
A MEU VER, faltaram relatos relevantes do discurso do candidato (à hora que escrevo, felizmente, presidente) Pedro Soares. E quis expôr aqui esse descontentamento.
Perdoem-me se é essa a minha opinião. Perdoem-me se uma crítica causou tantos amargos de boca.
Eu sei ouvir críticas, quem não sabe?!?!?
"trabalho [...] para o qual ele mesmo contribuiu fotograficamente - não é atitude que se tenha. Lamentável."
Sim, contribuí para o trabalho, com a insenção e imparcialidade que me faltou no comentário, porque (felizmente) sei separar as àguas.
Fiz o meu trabalho e está aí à vista de todos, com o máximo de profissionalismo, cumprindo o que me foi pedido, e tenho a certeza que fui imparcial. Enquanto profissional, não podem (nem admito) que me acusem de ter dado destaque mais a um candidato que a outro.
Enquanto candidato a vice-presidente do Departamento Pedagógico, apenas fiquei indignado quando vejo dar destaque a projectos irrelevantes para o bem estar dos alunos, e os que merecem destaque, não o tiveram.
Helder, o que esperavas que fizesse?
Que me calasse e não desse a minha opinião?
Esse não faz, de todo, o meu feitio.
(como sei que não faz o teu, senão não estarias aqui a criticar a minha posição)
Esta será a minha postura, serei o primeiro a criticar o meu trabalho, e saberei distinguir cargos e tarefas, não deixando que ninguém me influencie.
Mas também serei crítico de outros trabalhos, e não é por ter mais ou menos amigos de um lado ou de outro, que deixarei de o fazer. Acho que toda a gente é. Mas uns têm o carácter de se afirmar.
Ass.
Helder Miranda
- vice-presidente do Departamento Pedagógico da AAUM
- Fotojornalista do ComUM [online], enquanto o permitirem |
| artigo de opinião soberbo, parabéns. |
Obrigado, Phillipe (e restantes), pelas palavras. Gosto do teu discernimento e - bem vistas as coisas e medidas as palavras - não existem discordâncias de maior entre as nossas opiniões.
À tua conta dei pelo erro de concordância do "não ser" / "não serem", que já corrigi. :)
Abraço coxeano e toda a sorte com o Académico. |
Caro Hélder,
Antes de mais, deixa-me congratular-te pelo teu texto. Fazem falta mais textos deste estilo e nível no nosso universo académico. Sentiremos a tua falta, quando abraçares a próxima etapa da tua vida profissional. Contudo, espero que esse novo período da tua vida profissional não nos retire o prazer de continuar a ler os teus prementes comentários.
Se me permites, gostaria de me juntar a ti na consideração de que também eu não nasci para essas coisas de dirigente associativo e, exactamente por isso, não me envolvi nesta corrida. Concordo plenamente contigo quando afirmas que alguns há que nasceram para "não serem" dirigentes associativos. De facto, por várias vezes, dei por mim a pensar se não haveria mais ninguém com capacidade para liderar a Associação.
Porém, não posso subscrever todo o teu texto. Simplesmente porque nem todo ele é verdadeiro. Refiro-me, como é evidente, ao trecho da tua crónica em que debates a actualidade do ACADÉMICO. Ora, como tu bem sabes, houve recentemente alterações na orgânica do jornal. Com as saídas dos anteriores responsáveis, e após o actual período de transição, no próximo semestre serei eu a assumir o cargo de Chefe de Redacção.
Ora, não é mentira que o paginador do ACADÉMICO é o Daniel e que ele está proposto para responsável pelo Departamento de Comunicação e Imagem da lista A. E, caso esta vença, ele assumirá esse cargo. Estes são factos indesmentíveis.
Não te nego – e já lho confidenciei – que preferia que se dedicasse apenas à paginação do jornal. Porém, não sinto que lhe deva “exigir” seja o que for, pois todos nós devemos ser capazes de fazer as nossas escolhas e acatar as consequências que delas advêm. Se ele se comprometeu com o jornal, deverá assumir esse compromisso de forma responsável e isenta, como tem feito até aqui.
Por isso, não creio que a função do Daniel enquanto paginador saia prejudicada pela sua presença na Lista A e, provável, futura direcção da AAUM. Aliás, nem a contribuição dele para o jornal é prejudicada nem os conteúdos do mesmo serão afectados por isso. E isso posso garantir porque quem ficará responsável pela selecção de conteúdos para o jornal serei eu.
E, como tu bem sabes, eu sou livre e independente de todos esses jogos de poder que se desenrolam por aí. Não conheço nem os actores, nem os jogos, apenas me preocupo com as consequências do jogo e, tal como tu, tiro delas algumas ilações.
Não é segredo para ninguém que foste tu quem me iniciou nestas lides. Também não é segredo que foi no Comum que eu aprendi grande parte daquilo que sei de jornalismo. Guardo com muito orgulho as recordações do ano que passei como redactor desse projecto verdadeiramente inovador. Estive aí desde o início e, agora, acompanho de fora o crescimento e desenvolvimento do jornal, ficando contente pelos progressos manifestados.
Também já te confidenciei que o meu objectivo é transformar o ACADÉMICO naquilo que era na altura em que tu fazias parte da redacção; o ACADÉMICO que eu acompanhei enquanto caloiro; o ACADÉMICO que eu vi silenciado; o ACADÉMICO de referência para todos. Como jornal de maior divulgação da UM, é forçoso que tenha mais qualidade e estou convicto de que, com tempo, podemos melhorar o seu nível geral e servir melhor os estudantes.
Para concluir, e não receando “hate mail”, concordo com quase tudo aquilo que dizes, a respeito dos lados obscuros, inacreditáveis e inadmissíveis da vida associativa na UM, pretendendo, no entanto, que tenhas noção de que os conteúdos a tratar pelo ACADÉMICO nunca serão condicionados por qualquer interesse associativo, porque eu não o permitirei. E disso, meu amigo, podes ter a certeza.
Cumprimentos Coxeanos, |
De se lhe tirar o chapéu.
A saber melhor depois da verborreia de insensibilidade que inundou as caixas de comentários e, desgraçadamente, os meus mais recentes trinta minutos.
Bem-vindo, grande amigo. Nasceste para ser verdadeiro. |
Não é preciso que a alternativa seja eleitoralista. Ela pode vir justamante fora da luta eleitoral. Não serão os alunos capazes de defender os seus interesses, vendo que eles não são defendidos por quem supostamente os deveria ter defendido? Se os alunos não são capazes de se organizar, então estamos de facto perante um "rebanho tolo", passivo, amorfo, passivel de ser manipulado.
Já alguem parou para pensar que as Associações Academicas não serão nada, caso os alunos tomem "nas suas mãos" o seu futuro?
Organizem-se e resistam!
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| E há pessoas que abandonam a Academia da mesma forma que nela me receberam: como um exemplo. |
| Bom texto, Hélder. Fico triste por saber que o Académico, a que demos vida com tanto empenho e dedicação, continua sem sair da cepa torta... por outro lado, confesso que dá algum gozo saber que "eles" consideram o Académico suficientemente importante para terem necessidade de o controlar. Quando o criamos, ninguém dava um chavo pelo futuro do jornal. |
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